Rebeldes por uma boa causa!

20/02/2018

Artigo 5 da série . Veja matérias 1, 2, 3, 4 e 6

 

Joost Minnaar, Pim de Morree, Freek Ronner e Catelijne Bexkens, largaram seus empregos tradicionais, colocaram os pés na estrada e foram conhecer empresas com modelos de negócios inspiradores. Há dois anos viajando pelo mundo eles já visitaram diversas corporações e listaram mais de 100 exemplos pioneiros de empreendedores, locais de trabalho, líderes que você pode conferir na “Bucket List” que está na matéria. Nessa reportagem eles dividem com os leitores oito hábitos que diferenciam claramente organizações progressistas das tradicionais.

 

 

A californiana Patagonia, marca especializada em roupas para esporte ao ar livre, construiu uma relação de trabalho em torno de objetivos e valores comuns. Eles acreditam que ter um propósito e significado é o que dá às pessoas energia, paixão e motivação para sair da cama pela manhã. Na Holanda, a Buurtzorg revolucionou a área de saúde, apostando no trabalho em rede – são 14 mil funcionários, nenhum gerente e alto índice de satisfação. Eles condenam a estrutura hierárquica piramidal e acreditam que uma gestão rígida e centralizada não promove agilidade, velocidade e engajamento. Em 2008 surgiu na Suécia a empresa de transmissão de música Spotify, que atribui seu sucesso a dois ingredientes indispensáveis – adaptabilidade e experimentos. Prefere experimentar e falhar do que nunca cometer erros. Esses são apenas alguns exemplos de negócios inovadores, mas vale conhecer as outras histórias de sucesso que estão na matéria da Corporate Rebels. Os locais de trabalho mais inspiradores encontram uma maneira única de sucesso. Embora essas formas sejam diferentes para cada lugar, a mentalidade não é. É essa mentalidade particular que os distingue da multidão. Ao final, a reportagem ainda destaca três pontos importantes para se tornar um “rebelde corporativo”.

 

Acompanhe as nossas formações

 

As inscrições para o Liderança Sistêmica já estão abertas.

 

Liderança Sistêmica é um programa modular que se propõe a explorar os modelos organizacionais e sociais emergentes que vêm ao encontro das novas demandas e realidades nascentes. Ao longo dos módulos são apresentados e discutidos de forma dinâmica as novas abordagens empresariais, modelos de organização e evolução dos sistemas sociais e econômicos que vão redefinir a forma como vivemos e trabalhamos.

 

São 72 horas de vivência. Veja informações abaixo.

Maria Carolina

 

A graduação em jornalismo rendeu uma estreia e tanto para Carol, que depois de formada conseguiu um estágio na sucursal da TV Globo de Londres. De volta ao Brasil, fez uma longa carreira na editora Abril, onde teve a oportunidade de trabalhar em diversas revistas, como Veja, Claudia, Bons Fluidos, Men’s Health, Estilo, Nova, Boa Forma entre outras. Mas foi sua paixão por pessoas e pela África que a levou a fazer pós-graduação em Gestão Social e especialização no Continente Africano, além de mergulhar nesse mundo através de voluntariados e viagens nada convencionais, como uma temporada na Libéria, por exemplo. O espírito livre, aventureiro e curioso levou Carol a explorar o mundo, outra grande paixão - viagens e diferentes culturas. Depois de passar por uma multinacional cuidando de projetos sociais, no Brasil e em Dubai, ela optou por focar toda a experiência profissional e multicultural, sua energia, paixão pelo próximo e gratidão pela vida, em negócios que façam a diferença nas diversas questões socioambientais que enfrentamos mundo afora.

Compartilhar no Facebook
Compartilhar no Twitter
Please reload

Destaque

Reunião da rede Save Food para tratar do tema desperdício de alimentos

May 11, 2018

1/7
Please reload

Novidades recentes
Please reload

Notícias antigas