Vitaminas ou Analgésicos: “Para as empresas, gerar ou não valor para a sociedade deixou de ser opcional".

20/02/2018

Artigo 1 da série . Veja matérias 2, 3, 4, 5 e 6

 

Ross Baird, da Village Capital, divide sua opinião sobre a ousada tomada de decisão da BlackRock, líder global em gerenciamento de investimentos, em não fechar mais negócios com líderes empresariais que não beneficiarem a sociedade, de alguma maneira, através de suas atividades. “Medir impacto não é mais opcional”, disse o CEO da empresa.

 

 

Desafiando o que Milton Friedman, economista americano, defendia na década de 70, sobre a responsabilidade empresarial ser voltada apenas para os interesses dos acionistas, a BlackRock usou suas armas e chamou a atenção para a maneira insustentável como o mundo vem fazendo negócios.

 

O artigo fala sobre a responsabilidade das empresas além de seus acionistas, mostrando o todo daquilo que faz parte de uma corporação, como o meio ambiente, as comunidades ao redor e seus funcionários.

 

Desafia o mind set dos líderes quanto a percepção de sucesso enquanto esse continuar a ser medido pura e simplesmente pelo lucro, a tal vitamina que os impulsionam no mundo capitalista.

 

A BlackRock chega para descontruir essa máxima e provoca investidores do mundo inteiro ao declarar que, a partir de agora, só fecha negócio com aqueles que ampliarem o olhar para as questões sociais e causarem um impacto de fato. Se eles realmente honrarem o que propõe, o mercado vai sentir, já que o valor das ações de uma empresa estará ligado, diretamente, ao benefício que ela traz à sociedade e, não mais, somente ao lucro obtido. Um belo analgésico para os negócios!

 

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As inscrições para o Liderança Sistêmica já estão abertas.

 

Liderança Sistêmica é um programa modular que se propõe a explorar os modelos organizacionais e sociais emergentes que vêm ao encontro das novas demandas e realidades nascentes. Ao longo dos módulos são apresentados e discutidos de forma dinâmica as novas abordagens empresariais, modelos de organização e evolução dos sistemas sociais e econômicos que vão redefinir a forma como vivemos e trabalhamos.

 

São 72 horas de vivência. Veja informações abaixo.

Maria Carolina

 

A graduação em jornalismo rendeu uma estreia e tanto para Carol, que depois de formada conseguiu um estágio na sucursal da TV Globo de Londres. De volta ao Brasil, fez uma longa carreira na editora Abril, onde teve a oportunidade de trabalhar em diversas revistas, como Veja, Claudia, Bons Fluidos, Men’s Health, Estilo, Nova, Boa Forma entre outras. Mas foi sua paixão por pessoas e pela África que a levou a fazer pós-graduação em Gestão Social e especialização no Continente Africano, além de mergulhar nesse mundo através de voluntariados e viagens nada convencionais, como uma temporada na Libéria, por exemplo. O espírito livre, aventureiro e curioso levou Carol a explorar o mundo, outra grande paixão - viagens e diferentes culturas. Depois de passar por uma multinacional cuidando de projetos sociais, no Brasil e em Dubai, ela optou por focar toda a experiência profissional e multicultural, sua energia, paixão pelo próximo e gratidão pela vida, em negócios que façam a diferença nas diversas questões socioambientais que enfrentamos mundo afora.

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