Sustentabilidade não é suficiente: precisamos pensar em regeneração


Artigo 3 da série . Veja matérias 1, 2, 4, 5 e 6

A proposta inicial era evitar e prevenir estragos no planeta, ao contrário, tivemos cada vez mais poluição, perda de biodiversidade e mudanças climáticas. Entramos em um cenário insustentável e é para isso que a publicação no jornal inglês, The Guardian, chama a atenção, para uma nova atitude, a de regenerar os estragos causados em nosso ecossistema já que apenas “sustentá-los” não dá mais.

A matéria coloca em cheque a efetividade do desenvolvimento sustentável acordado na Cúpula da Terra Rio 1992, já que nos últimos 25 anos o desenvolvimento econômico e urbano mundial foi impulsionado pelo uso cada vez maior de carvão, petróleo e gás.

A reflexão é de um novo olhar para o desenvolvimento, que não pode ser à custa da saúde dos ecossistemas mundiais. Sua proteção e regeneração contínua devem ser um princípio orientador para ação humana e isso já vem sendo discutido em universidades e escolas de negócios. Por que não usar nossa expertise e potencial para tornar renovável nossas principais fontes de energia, por exemplo?

Já foi o tempo da conscientização, agora é hora de agir e mudar os nossos hábitos criando uma relação restaurativa ambiental e restauradora entre a humanidade e os ecossistemas. “Um dar e receber honesto entre humanos e a natureza”, como diz Herbert Girardet, autor da matéria. A reportagem traz bons exemplos de como é possível criar um metabolismo urbano circular, em vez de linear.

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Maria Carolina

A graduação em jornalismo rendeu uma estreia e tanto para Carol, que depois de formada conseguiu um estágio na sucursal da TV Globo de Londres. De volta ao Brasil, fez uma longa carreira na editora Abril, onde teve a oportunidade de trabalhar em diversas revistas, como Veja, Claudia, Bons Fluidos, Men’s Health, Estilo, Nova, Boa Forma entre outras. Mas foi sua paixão por pessoas e pela África que a levou a fazer pós-graduação em Gestão Social e especialização no Continente Africano, além de mergulhar nesse mundo através de voluntariados e viagens nada convencionais, como uma temporada na Libéria, por exemplo. O espírito livre, aventureiro e curioso levou Carol a explorar o mundo, outra grande paixão - viagens e diferentes culturas. Depois de passar por uma multinacional cuidando de projetos sociais, no Brasil e em Dubai, ela optou por focar toda a experiência profissional e multicultural, sua energia, paixão pelo próximo e gratidão pela vida, em negócios que façam a diferença nas diversas questões socioambientais que enfrentamos mundo afora.


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